Relações na Quarentena

 

O que importa se vamos um dia morrer mesmo?


Por que preciso me importar em agradar o outro, se não venho conseguindo lidar com meus próprios conflitos?


A quarentena exige uma recapitulação, um resgate de nós mesmos diante de nossos piores medos e frustrações.


A verdade é que a regra não existe e sim ir dosando a medida da intensidade que o nosso pior lado provoca nesse momento.


Sentir medo, ok! Sentir insegurança, acontece. O que não podemos é fazer com que todos os seus dias sejam nublados para que consiga transformar um pouco do dia do outro, das pessoas que estão convivendo conosco, do amor e gratidão por suas vidas e a importância de sermos unidos na Terra agora.

Modificar o lado que convivemos dentro da gente em perseverança e respeito a nós mesmos.


Nada de regras exatas... E sim compaixão a si mesmo, a fazer acontecer, sendo um pouco feliz a cada dia, porque não é real ser feliz o tempo todo. Tempo de viver o que é verdadeiro, sem muitas ilusões, mas com muitas transformações.


Diante da vida que sonhamos pra gente, sempre longe de nosso alcance, sempre aplicado em modo futuro.


Parar hoje de pensar em algo distante de nós e vivenciar o que está diante de nós, o que está sendo permitido viver.


Se pensar que iremos morrer um dia e isso não se tem nenhum controle de quando é a nossa passagem, só mostra o quanto o apego a algo que achamos ser nosso, é muito vago e superficial...


Contemple o Sol do mundo, mas frisando em sua luz interna!  


Busque seus melhores sentimentos, pense no que te faz feliz hoje.


As suas vibrações emanadas com cores que te representam e não vagas nuvens que te enfiam em um buraco, sem luz alguma. Você é muito mais que isso! Você é a força de muitos familiares, amigos e a sua mesma.


Não se frustre buscando perfeição. Viva pensando que o seu merecimento é seu e ninguém vai atrás disso além de você.


Olhar-se no espelho, se amar, respeitar rugas, sua história, suas dores, marcas e alegrias é já ir pingando diariamente doses de amor próprio.


Você só ama o outro, quando está em sintonia mais direta com seus próprios valores, com sua maior riqueza exaltada em relação a quem você não blindando se si mesmo, permita-se a ser quem deseja ser.
Enxergar seu templo sagrado que é corpo, alma, mente, vida, saúde...

 

Fará você se respeitar mais, consequentemente o modo automático desapega do que não é essencial, para o que é valioso e grandioso.


Tudo em relação a lidar com o mundo que estamos inseridos, vivenciados na quarentena será transformador, transmutará o que não merecemos, em respeito ao que nos engrandece.


Aposte em si mesmo, para transformar ao redor. Não se rotule, apaixone-se por seu templo, afinal é isso que tornará as relações mais afetuosas e disponíveis.

 

Namastê!

Felícia

 

 

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